segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Eu e tu somos explosão

A fervilhar... é assim que me deixas.
Só penso na tua boca com a minha. Como um mel doce e sedoso a percorrer-me os lábios.
Na tua pele com a minha.
Dás-me vontade de deburrar a parede para te encontrar.
Rendo-me ao teu toque como uma frágil flor.
Ferver comigo numa dança sensual entre os nossos corpos.

domingo, 7 de outubro de 2018

Amor nas escadas

A noite estava quente. Tínhamos saído para namorar e voltávamos para casa, subíamos as escadas quando me encostaste à parede e me encheste de beijos cheios de desejo. 

Percorreste a língua pelo meu pescoço enquanto as tuas mãos percorriam o meu corpo com firmeza. 
Colocaste-me de costas para ti contra a parede. A luz apagou-se e  levaste a mão à minha vagina, estimulando o meu clitóris.

Nem queria acreditar que me amavas ali, nas escadas do prédio, na iminência de alguém aparecer. 
Fazias-me gemer de prazer. Sentia-te junto a mim de uma forma tão deliciosa. 
Depois seguimos para casa continuar o que começámos nas escadas. 
Foi um deleite!

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Women Power

Sinto-me sexy.
Sinto-me sexy e adoro!
Adoro o meu corpo. Os meus pés perfeitos, as minhas pernas curvilíneas, a minha barriga a dançar ao som da música, os meus seios deliciosos, os meus lábios carnudos e uns olhos de falcão, com a confiança com que muitos tremem.
Sou uma mulher sensual e segura de mim e não vou pedir desculpa por isso.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Vida calma


Quero uma vida descomplicada, levada na crina das ondas.

Quero uma vida despreocupada, com a certeza apenas do meu amor por mim.

A leveza de algo puro e verdadeiro.

Anseio por dias de sol todo o ano, mesmo que faça chuva lá fora.

Quero uma vida sem dramas, na acalmia do meu coração.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Amor leve

Amor leve
Daquele sem cobranças, sem preocupações, apenas duas pessoas que se querem e se amam.
A vida leve, o amor leve, o pensamento despreocupado.
Uma ode ao amor. Entre mulheres, entre homens ou entre mulheres e homens. Quão bom seria se o ser humano pudesse exprimir livremente, em todo o mundo,
o seu amor pelo outro.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O meu vizinho 2

Sabem aquele vizinho que vos falei? Pois é. Por portas e travessas lá nos encontrámos e convidou-me para sair.
Fomos passear à beira rio enquanto falávamos daquilo que gostávamos, do facto de não nos termos cruzado antes e como naquela noite existia uma brisa fresca para nos refrescar do calor que nos assolava há já alguns dias.
Há medida que íamos falando via-lhe o olhar sedutor, os lábios delicados com vontade de serem beijados e o corpo musculado. Era um sedutor com uma oratória que deixava qualquer um se envolver.
A lua iluminava o nosso caminho enquanto nos dirigíamos para o carro. Parámos junto à bagageira, colocou a mão no meu rosto e aproximou os lábios dos meus. Beijamo-nos com suavidade como se o tempo tivesse parado para que pudéssemos degustar aquele beijo saboroso. Depois o tempo voltou ao seu curso normal, e os beijos foram cada vez mais intensos, mais apaixonados e loucos.
À medida que nos beijávamos, e ele beijava tão bem, sentia-lhe a mão percorrer as minhas costas até às minhas nádegas já quase expostas por aquelas carícias. Apertava-as e era tão bom.
A noite encobria-nos mas não totalmente, e aquela sensação de alguém poder aparecer era angustiante e excitante ao mesmo tempo.
Estava tão húmida que sentia a lubrificação a escorrer entre as minhas coxas.
Finalmente colocou alguns dedos dentro de mim e a minha respiração mudava. Sentia-me encurralada entre o carro e aquele corpo escultural e quente.
Abri-lhe o fecho das calças e comecei a tocar-lhe no pénis já erecto. Fazia movimentos ascendentes e descendentes até ouvi-lo gemer de prazer por entre os nossos beijos, umas vezes demorados e outras mais fugazes.
Eram dois loucos de desejo, rendidos à vontade dos corpos, ao sexo.
Afastava-me as pernas e estimulava-me o clitóris, a princípio devagar até chegar a um dia ritmo rápido que me enchia de prazer. Não conseguia conter o prazer que me dava dentro de mim. Olhava à volta certificando-me que não havia ninguém por perto. Gemia de prazer. Gemíamos de prazer. Chegamos ao orgasmo, um a seguir ao outro. A brisa era agora um mero sopro, uma gota no oceano que não acalmava o calor sentido por ambos.
Olhamo-nos nos olhos. Beijamo-nos outra vez antes de entrarmos no carro e dirigirmo-nos a casa.


Nunca soube tão bem ter um vizinho assim.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

O meu chefe é o sex appeal em pessoa

A partir do momento que sei da presença do meu chefe no escritório, o meu peito acelera, a minha boca seca e os pensamentos eróticos aparecem em catadupa. 
Aquele homem mexe com o meu desejo. Aqueles olhos morenos parecem estar sempre prontos a devorar-me. As suas mãos firmes e experientes tocam-me e fico com ânsia de mais. E aquele sorriso malandro que me dirige como a pedir autorização para me deixar bem molhada. 
Fantasio demasiadas vezes com os nossos encontros na sala de reuniões, num quarto de hotel depois duma convenção, ou durante uma viagem de negócios.
Moreno, bem mais velho que eu, no entanto, apresenta um vigor e uma energia sexual que ninguém fica indiferente, pelo menos eu não. 
Deviam ser quase 8h da noite, estava a acabar de ler uns emails, quando bate à porta da minha sala.
- Já todos se foram embora, estamos só nós os dois Verónica. 
- Bem... não me tinha apercebido...vou já sair Jorge.
- Não te estou a mandar embora - diz aproximando-se da mesa.
Levanto-me, começo a remexer em papéis para disfarçar a tensão impregnada no ar e sinto-lhe a mão a tocar no meu braço desnudo. Vejo-lhe aquele gesto e quando levanto o olhar, os lábios morenos e suaves tocam nos meus a pedir aprovação. Faço uma pausa, sinto-lhe o perfume e aproximo a boca pedindo mais.
Não podia acreditar. Sentia os lábios dele nos meus. Já não era uma fantasia. Puxava-me contra ele e sentia o pénis ereto contra o meu corpo. Calafrios percorriam-me o corpo enquanto as suas mãos invadiam-me o pescoço, depois as costas até à saia. Olhou-me nos olhos e eu assenti.Queria tirar-me as cuecas pretas. Pensei, agradecida, na escolha que tinha feito nessa manhã ao escolher a lingerie.
Sinto-lhe as mãos a percorrer as minhas pernas até as cuecas estarem pousadas no chão.
Afasta as folhas da secretária e coloca-me ali, naquele espaço. Deixo cair o corpo e sinto-lhe a língua na minha vulva. Lambe-me os lábios e segue para o clitóris. Primeiro a um ritmo lento e depois um pouco mais rápido. Começo a gemer. Digo-lhe que continue assim. Introduz um dedo dentro de mim e ritmadamente vai-me penetrando só assim, até não conseguir mais e atingir o orgasmo. Sorri contente por me fazer vir, mas continuou, insistia em dar-me mais prazer, em saciar aquela fome contida de nós dois.
Beija-me o umbigo, os seios agora descobertos enquanto estimula o meu clitóris.
-Vem-te para mim - segredava-me ao ouvido. Aquelas palavras ainda me punham mais molhada do que já estava. Os meus gemidos seguiam o ritmo daquela estimulação tão prazerosa.
- Ahhhh! - gemia enquanto lhe cravava as unhas nos braços desnudos e atingia o orgasmo mais uma vez. 
- Quero-te dentro de mim - suplicava-lhe. E de imediato sentia-o ereto em mim.
Sentia-o entrar e sair. Às vezes mais lento, outras mais rapidamente. 
- Ficas tão linda assim, aberta para mim. 
- Quero que te venhas... quero sentir o teu gemido de prazer... vem-te para mim - dizia-lhe entre beijos fugazes e intensos. 
Tirou o pénis de dentro de mim enquanto gemia e espalhava o esperma em cima de mim. Limpou-me e ainda estivemos agarrados algum tempo. Não sei precisar quanto, mas já as luzes se tinham acendido a iluminar o caminho daqueles que ainda percorriam a calçada até casa. 
Não sabia se haveria outros encontros, nem se afetaria a nossa relação profissional, mas apreciei todos os minutos daquele encontro.