A noite caía na cidade. O trânsito estava agora mais calmo, ao contrário do ambiente na casa de Rafaela que se adivinhava turbulento e quente, muito quente. A campainha toca e Clotilde abre. Daniel aparece com um facto cinzento de cor elegante, camisa branca e sem gravata. O cabelo curto e com um pouco de gel fazia os encantos dos seus "amigos". Dirigiu-se à sala com o andar confiante que lhe era tão característico.
- A senhora está à sua espera no terraço. - anunciava Clotilde ao mesmo tempo que preparava as suas coisas para ir embora.
- Daniel ainda bem que vieste - e com um gesto mostrava-lhe a cadeira e oferecia-lhe um copo de vinho que foi aceite com agrado.
- Minha querida tenho aqui as coisas que me pediste.
- Espera um momento... Clotilde já está a ir? - anunciou para que Daniel não falasse nada até que a velha se fosse embora.
- Sim minha senhora, precisa de mais alguma coisa? - perguntava curiosa enquanto tentava vislumbrar o que se encontrava no saco.
- Não, pode ir, e não se esqueça que amanhã não preciso dos seus serviços.
- Até depois então. Sr. Daniel, senhora. - e assim desapareceu a sua figura com ânsias de querer ficar para ouvir a conversa.
- Se pudesse ficava a ouvir a conversa atrás da porta - brincava Daniel e os dois riram-se cúmplices.
- Bom, mas vamos ao que interessa, o que é que me trouxeste?
- Prepara-te minha linda que o homem quando te vir vai-te devorar em segundos. Isto aqui é um lubrificante espectacular - sim já experimentei - estes preservativos com sabores que são uma delícia e esta lingerie.... Rafaela esta lingerie vai-te transformar numa mulher devoradora de homens. E ainda falta uma coisa.
Daniel levanta-se e alcança uma caixa cinzenta com um laço preto que deixa a amiga curiosa.
- Hum... isso será... o vestido? - pronunciava com desejo.
- Uma grande amiga minha, designer de moda, ofereceu-mo quando te falei de ti. Parece que tens uma fã, ficas-lhe a dever uma.
- Vou pensar no que posso fazer por ela. Agora deixa-me ver.
Abriu a caixa, passou as mãos pelo tecido suave como seda. Admirou a cor preta e a abertura nas costas. Era magnífico de facto.
- Agora tenho de me arranjar, se não te importas.
- Claro, não te incomodo mais. Desfruta.
Assim que Daniel saiu, Rafaela dirigiu-se ao quarto, despiu-se, espalhou uma agradável loção no corpo, vestiu a lingerie e olhou-se ao espelho, reparando nos seus seios modelados por aquele tecido que acabará nas mãos de Rodrigo. Colocou o vestido, perfumou o corpo, retocou a maquilhagem para ficar com um olhar forte e sensual e repara
na silhueta mais uma vez no espelho.
A campainha toca.
Percorre a casa até à entrada, fazendo soar o barulho dos saltos contra a madeira do soalho, e abre a porta. E ali à sua frente apresentava-se o homem ao qual consentiu uma noite de sexo.
- Estás lindíssima - dizia com desejo no olhar.
- Tu também. - e esboçava um sorriso tímido.
- Aceitas um copo de vinho?
- Claro.
Levou os copos e a garrafa até ao terraço e sentaram-se, contemplando a vista para a cidade. Situado no último piso do edifício, o barulho era quase inexistente.
À medida que os copos iam ficando vazios, os corpos iam-se soltando até Rodrigo aproximar a sua boca da de Rafaela e beijar aqueles lábios suaves e carnudos a pedirem para serem beijados. Foi um beijo intenso, furtivo.
Daniel levanta-se e alcança uma caixa cinzenta com um laço preto que deixa a amiga curiosa.
- Hum... isso será... o vestido? - pronunciava com desejo.
- Uma grande amiga minha, designer de moda, ofereceu-mo quando te falei de ti. Parece que tens uma fã, ficas-lhe a dever uma.
- Vou pensar no que posso fazer por ela. Agora deixa-me ver.
Abriu a caixa, passou as mãos pelo tecido suave como seda. Admirou a cor preta e a abertura nas costas. Era magnífico de facto.
- Agora tenho de me arranjar, se não te importas.
- Claro, não te incomodo mais. Desfruta.
Assim que Daniel saiu, Rafaela dirigiu-se ao quarto, despiu-se, espalhou uma agradável loção no corpo, vestiu a lingerie e olhou-se ao espelho, reparando nos seus seios modelados por aquele tecido que acabará nas mãos de Rodrigo. Colocou o vestido, perfumou o corpo, retocou a maquilhagem para ficar com um olhar forte e sensual e repara
na silhueta mais uma vez no espelho.
A campainha toca.
Percorre a casa até à entrada, fazendo soar o barulho dos saltos contra a madeira do soalho, e abre a porta. E ali à sua frente apresentava-se o homem ao qual consentiu uma noite de sexo.
- Estás lindíssima - dizia com desejo no olhar.
- Tu também. - e esboçava um sorriso tímido.
- Aceitas um copo de vinho?
- Claro.
Levou os copos e a garrafa até ao terraço e sentaram-se, contemplando a vista para a cidade. Situado no último piso do edifício, o barulho era quase inexistente.
À medida que os copos iam ficando vazios, os corpos iam-se soltando até Rodrigo aproximar a sua boca da de Rafaela e beijar aqueles lábios suaves e carnudos a pedirem para serem beijados. Foi um beijo intenso, furtivo.






